Prefeitura de Itabuna inicia campanha de doação de sangue

Com a doação de sangue feita hoje por seis guardas civis municipais, a Prefeitura de Itabuna deu inicio ontem (2) à campanha “Seja um Servidor Solidário, Dê Vida de Presente” elaborada pela Secretaria da Administração. O objetivo é estimular o servidor público municipal a doar para o Banco de Sangue da Santa Casa de Misericórdia que tem necessidade de 350 bolsas de sangue mensalmente.

A secretária da Administração, Mariana Alcântara, afirma que a campanha tem respaldo na Lei Municipal nº 2.085/2008, que instituiu o Programa de Incentivo à doação de sangue entre servidores municipais. Pelo programa, o servidor que doa sangue tem um dia de folga a sua escolha nos 30 dias subseqüentes a doação, além da folga prevista na legislação federal. “Ao deflagrar a campanha estamos também iniciando as atividades do Dia do Servidor Público, que transcorre no próximo dia 28”, explicou.

A coordenadora da Divisão Acompanhamento do Servidor, Denize Pires Ribas, informa que a campanha será contínua e vai envolver todas as secretarias municipais, com a mobilização dos servidores para a doação voluntária de sangue. Um calendário está sendo elaborado para que a campanha atinja seus objetivos.

O enfermeiro do Banco de Sangue Adelson Bispo disse que a iniciativa da Secretaria da Administração da Prefeitura chega em boa hora, principalmente porque a unidade da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna enfrenta dificuldades para manter estoques de bolsas de sangue para fornecimento aos pronto-socorros e hospitais da região Sul do Estado. “Uma bolsa de sangue salva até quatro vidas”, explicitou.

Para ser doador é necessário estar em boas condições de saúde, ter idade entre 18 e 67 anos 11 meses e 29 dias, ter dormido pelo menos seis horas, não ter comportamento de risco (sexo e drogas), pesar mais de 50 quilos, não ter ingerido bebida alcoólica nas últimas quatro horas, não ter recebido transfusão de sangue nos últimos 12 meses, não estar com febre, gripe ou resfriado, entre outras. Se mulher, não estar grávida, amamentando ou ter tido parto normal ou aborto há menos de três meses. Em caso de cesárea, seis meses.




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